Seria o universo um jogo de vídeo game? Parte - 1

Estava eu, bulindo na internet, procurando alguma coisa interessante para postar aki. Digitei  sobre universo  e me deparei com isso! O texto é muito maluco e obviamente teria que ser colocado aki. Confira:

Universo é o The Sims + Spore 
Texto datado de 2009, autoria desconhecida. (Mas a matéria foi achada no ah duvido)

Pois bem, trata-se de uma suposição. O universo é o Jogo do The Sims + Spore. Quem já jogou um desses games vai entender melhor o texto. Para quem não jogou vou dar uma explicação resumida: The Sims é um jogo de simulação e como o próprio gênero do jogo diz, ele SIMULA a vida humana. Spore segue a mesma risca, com uma dinâmica um pouco diferente, ele SIMULA a vida no Universo. Bem, sabendo disso vamos aos fatos que fazem o embasamento da suposição:

A Evolução dos computadores

Daqui a alguns anos, um computador residencial terá a mesma capacidade que todos os computadores do mundo hoje juntos. É mole? Pois é, nessa evolução está enquadrada também a imagem gráfica que chegará ao nosso nível, ou seja, a computação gráfica alcançará a realidade. Para melhorar (ou piorar, depende do ponto de vista) um grupo de cientistas japoneses afirmam que em 2015 já será possível inserir inteligência real nos computadores e nos jogos (opa, aí que começa a questão). O personagem do game será inteligente, com raciocínio próprio, capaz de resolver problemas criados e também de criar. Vai ter personalidade e, por consequência, sentimentos. Imagine eles colocarem isso em um personagem do The Sims? Seria um humano virtual. Essa questão também levanta outra dúvida: Se eles conseguirem fazer isso, quem garante que alguém num tempo muito distante não conseguiu fazer o mesmo e nós somos o resultado desse experimento?

O Universo Holográfico

Anos atrás os cientistas criaram um aparelho para tentar captar ondas gravitacionais. O que eles conseguiram? Nada, a não ser uma faixa de ruídos. E o que isso tem a ver com o universo holográfico? Muito, pois o que eles acreditam ter captado é o fragmento menor do espaço-tempo, uma espécie de espaço-tempo granular, o limite entre o haver e o nada, o que foi imediatamente relacionado com algo conhecido por nós como pixels. Em verdade, pixels parece ser uma “imitação” acidental desse espaço-tempo granular. Descobriram também que o sinal vem da fronteira do universo, o limite da expansão que acreditamos que aconteça. Logo, o nosso universo não passaria de uma projeção.



Membranas das teorias das cordas 

A Teoria das Cordas nos diz que vivemos dentro de membranas com quatro dimensões, três dimensões de espaço e uma de tempo (ao nossos olhos, pois segundo a mesma existem 11 dimensões). Essas membranas, seriam para um ser que os observa de fora delas (ou seja, de fora do universo), bidimensionais. Lembrou de algo? Olhe o seu monitor. A imagem nele é bidimensional (existe apenas uma profundidade ilusória)! Pense agora na perspectiva de quem está dentro de um filme/jogo que você assiste/joga? Como seria o universo para ele? Sim, o universo para quem está dentro da projeção é tridimensional. Voltamos as 11 dimensões. Essas são exatamente o número de planos que uma placa de vídeo do futuro terá para atuação e aprimoramento de imagem, sendo capaz de processar e gerar uma computação gráfica fantástica, copiando com precisão a nossa realidade.

Universo perdido

Tudo no universo é massa ou energia, mas não há nenhuma das duas em quantidade suficiente. Os cientistas acham que 96% do cosmos está perdido. Chegaram até a propor nomes a toda essa matéria perdida – “energia escura” e “matéria escura” – mas o nome continua a não dizer nada sobre ela. E não é que se trate de uma questão que não tenha importância; a energia escura está criando continuamente novas faixas de espaço e tempo, enquanto a matéria escura parece estar mantendo unidas todas as galáxias. Não é de estranhar que os cientistas se esforcem em buscar pistas de seus paradeiros. Qual a relação disso com os jogos? A função das mesmas. Uma é a dinâmica do jogo e a outra o resultado da dinâmica. Mas num jogo, a dinâmica é visível? Não! Ela apenas existe, é parte do padrão que constitui o que uma ação resultará num determinado evento. Por isso não poderia ser detectada por nós, contudo, continuaria influenciando nosso meio.

Experimento de fenda dupla no universo

Quem conhece o experimento sabe que quando existe um observador, o elétron analisado deixa de se comportar como onda e passa a se comportar como partícula. No entanto, retire o observador e ele volta a ser onda. Como um elétron poderia saber sobre o observador? Ele não sabe, foi programado. O que ele sabe é que para determinado evento ele tem que agir de uma maneira e para outro de forma diferente. O propósito disso? Bom, se descobríssemos a natureza das partículas seria um passo para a Teoria do Todo e como tudo surgiu. Supondo que quem tenha programado o game soubesse que em determinado ponto da cronologia chegaríamos a refletir sobre essa questão e propôs um modo para que nunca descobríssemos a realidade. Um sistema de segurança. Para assegurar o que? Imagine um universo virtual onde os habitantes sabem que estão dentro de um game. O resultado seria catastrófico. Assim como o tempo. É impossível viajar para o passado. Teríamos que passar por um ponto de energia infinita se desdobrássemos o universo. Nada conseguiria ultrapassar tal ponto. Outro sistema de segurança, dessa vez contra cheats.

Déjà-Vu 

Todo mundo tem isso e nem adianta dizer que não tem. Muitos cientista acreditam que é um falha no sistema neurológico. Reações químicas inadequadas que aconteceram e trouxeram a sensação de já termos vivenciado aquele momento. O intrigante é que essas reações acontecem o tempo todo em nosso cérebro, assim como as falhas e hora causam a sensação, hora não. O que nos leva crer que, isso pode não ter ligação com o sistema neural. Pense bem. No seu computador mesmo quando você deleta um programa, restam resquícios dele. Num game, quando você atinge determinado nível, tudo que ocorreu é armazenado. Agora imagine o sistema de Salve e Load do Game. Você tem um personagem, que passou até determinado ponto, mas fez uma grande besteira. Você deseja voltar para um momento anterior então dá load na sua última gravação. Pois bem, supomos que esse personagem tenha inteligência real e que o computador funcione através do mesmo sistema que conhecemos. Os resquícios que restaram da sua última atuação no game farão com que o personagem lembre que já passou por esse ponto (e na verdade já passou mas como você retornou para um ponto anterior ele não saberá o que ocorreu exceto pelo armazenamento fundamental, o que seria o Déjà vu).

O Livre e arbítrio 

“Os neuro-cientistas estão quase convencidos de que o livre arbítrio é uma ilusão. Seus experimentos mostram que nossos cérebros nos permitem pensar que controlamos nossos corpos, mas nossos movimentos começam antes de que tomemos qualquer decisão consciente de movimento. Alguns pesquisadores já assistiram julgamentos para testemunhar que o acusado não pode ser acusado de nada do que fez. Espera-nos um futuro legal realmente horrível.” Depois de ler isso pense e me responda: Como você controla o personagem quando joga The Sims? Sim, exatamente como o descrito acima.

This Man

O homem dos sonhos, que assusta muita gente, aparece devido há esses fatos descritos nas teorias abaixo (selecionei duas das quatro):

1. A Teoria do Arquétipo
Segundo a teoria psicanalítica de Jung, este homem é uma imagem arquétipica que pertence ao nosso inconsciente coletivo e vem à tona em tempos de dificuldades (circunstâncias emocionais, mudanças dramáticas em nossas vidas, as situações de stress, etc) em indivíduos particularmente sensíveis.

2. Teoria religiosa
De acordo com esta teoria, este homem é a imagem do Criador, isto é, uma das formas na qual Deus se manifesta hoje em dia. Esta é a razão pela qual seus conselhos e as palavras que pronuncia durante os sonhos devem ser sistematicamente seguidas por quem sonha com ele.
O homem dos sonhos nada mais é que o próprio player inserido de alguma maneira no jogo. Como ele faria isso? Poderia ser através de uma tecnologia ou de um suporte como aqueles capacetes virtuais que chegaram há pouco no mercado. Também podemos supor que seja o próprio criador do jogo que inseriu sua imagem na programação do subconsciente dos personagens assim como os nossos programadores fazem para deixar suas marcas e essas últimas só são ativadas após um comando ser acionado, nesse caso o resultado de um evento.

João Filho

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