Sinistro: conheça a história de 5 pessoas que já conviveram com mortos

Lidar com a perda de um ente querido não é nada fácil. Mas para alguns, essa tarefa parece impossível.

Quem já perdeu alguém querido sabe que não é nada fácil lidar com a dor e a saudade que essas pessoas deixam, e cada um tem a sua forma e o seu tempo para se acostumar com esses sentimentos. No entanto, alguns indivíduos realmente têm muitos problemas para aceitar a perda, e existem casos extremos de sujeitos que simplesmente não conseguiram se separar de seus entes amados.

A seguir você pode conhecer as sinistras histórias de cinco indivíduos — selecionadas a partir de um artigo publicado pelo site Oddee — que convivem ou chegaram a conviver com pessoas falecidas por não conseguirem lidar com a dor. Confira:
Fonte:Mega Curioso
1 – Amor além da vida


O caso do vietnamita acima ficou famoso em 2009, quando foi divulgado que, na época, já fazia cinco anos que ele dormia com a esposa morta ao seu lado na cama. Aliás, dois anos mais tarde, alguns repórteres decidiram conferir e descobriram que Le Van — o marido inconformado — continuava com a sua sinistra rotina.

Quando a mulher faleceu, Le Van, inconformado por ter perdido sua alma gêmea, decidiu desenterrar a esposa e cobrir o corpo dela com gipsita e criar a estranha estátua que aparece na foto. Segundo o vietnamita, ele dorme com a defunta — que ficou encapsulada no interior da escultura — como treino, para que ele regresse à sua encarnação anterior, se é que isso faz algum sentido, sem contar a morbidez da situação!

2 – Mãe até no sono eterno


Quando tinha apenas 22 anos, o georgiano Joni Bakaradze faleceu deixando um filho de apenas dois anos de idade. A avó do menino — mãe do defunto — então teve a tétrica ideia preservar o corpo para que o pequenino pudesse ver o rosto do pai enquanto crescia. Detalhe: disso já se passaram quase 20 anos!

Nos primeiros quatro anos, a mulher usava — ela mesma! — substâncias próprias para embalsamar corpos, até que teve um sonho profético no qual alguém lhe dizia para substituir esses produtos por vodca. Desde então, a pobre senhora usa a bebida para preservar o corpo de Joni e tenta trocar as roupas do falecido no dia de seu aniversário quando a saúde da idosa permite, e o neto, que hoje é adulto, aprova a ideia da avó e costuma ver o pai.

3 – Acompanhante


Normalmente, os cemitérios são locais que dão arrepios nas pessoas, especialmente à noite. Esse definitivamente não é o caso da argentina Adriana Villarreal, que costuma passar a noite no mausoléu do marido para lhe fazer companhia. Essa maluquice toda se tornou pública depois de a polícia ser acionada por testemunhas que afirmavam que alguém vivia no cemitério — irônico, não? — e essa pessoa inclusive ouvia música alta.

Ao bater na porta do mausoléu, os policiais foram recebidos por Adriana — de pijama — e descobriram no interior da tumba uma cama, um rádio e até um computador com acesso à internet. A viúva revelou que além de dormir ao lado do féretro, também passava o tempo conversando com o defunto. O marido cometeu suicídio há alguns anos, e Adriana ergueu a “casinha” com o dinheiro que ele havia guardado para que os dois construíssem seu lar juntos.

4 – Psicose?


Em janeiro passado em Buenos Aires, depois de alguns vizinhos acionarem as autoridades após perceberem um mau cheiro vindo de um dos apartamentos do edifício onde moravam, os oficiais descobriram o corpo em decomposição de Claudio Alferi, de 58 anos. O homem foi encontrado sentado em uma cadeira ao lado de uma mulher mumificada e usando pantufas, também sentada junto à mesa da cozinha.

O corpo da mulher pertencia à mãe de Alferi, que havia falecido de causas naturais já fazia 10 anos. O “Norman Bates” argentino não só manteve o cadáver em casa durante todos esses anos, como também dizia para todo mundo que a idosa continuava vivinha e superbem.

5 – Decompondo o casamento


No finalzinho do ano passado, depois que o proprietário de um apartamento reclamou que os inquilinos não pagavam o aluguel há um ano, as autoridades belgas se depararam uma situação pra lá de fúnebre. Eles descobriram que o local era ocupado por um casal de idosos, mas o marido havia falecido no ano anterior devido a um ataque de asma.

A esposa ficou extremamente perturbada e não conseguiu reportar a morte do esposo às autoridades pertinentes, e passou o ano inteiro dormindo ao lado do corpo em decomposição. O cadáver já estava mumificado quando foi descoberto e, curiosamente, nenhum vizinho reclamou de cheiros estranhos vindos do apartamento. Caso você tenha — a mórbida — curiosidade de ver as imagens, elas estão disponíveis aqui.

João Filho

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