Crimes mais assustadores do que filmes de terror

Confera 2 histórias macabras por trás dos assassinos frios e insanos que mataram as suas vítimas com requintes de crueldade
Fonte: Mega Curioso
1 – Comida de porcos

Em 2002, Robert Pickton era um milionário criador de porcos em British Columbia, no Canadá, e a sua história de crimes tem muito a ver com a sua atividade profissional. Apesar de ser muito rico, ele não estava muito interessado em gastar dinheiro com ração para suínos e tinha uma forma mais macabra de conseguir comida para eles.
Ele assassinou dezenas de prostitutas da área de Vancouver. Para “caçar” as suas vítimas, Pickton rodava as áreas da periferia de Vancouver, atraindo prostitutas para a sua fazenda com a promessa de dinheiro e drogas. Lá, ele assassinava brutalmente as moças e desmembrava os corpos que iriam servir de banquete para os seus inocentes porcos. Mas essa não era a pior parte...

Pickton mantinha as cabeças, mãos e pés de algumas de suas vítimas empacotadas em frigoríficos ao redor da fazenda e triturava algumas em um picador de madeira.
Além disso, os investigadores concluíram que ele juntava os restos humanos com pedaços de porco inutilizável (como intestinos, sangue e ossos) e os levava até uma fábrica de processamento em Vancouver para transformar em produtos como batom, shampoo e sabonete, revelando também mais uma verdade horrorosa sobre a indústria de cosméticos.
Pickton foi condenado pela morte de seis mulheres, sendo acusado pelo assassinato de mais 20 prostitutas. A polícia afirma que o número de vítimas pode ser ainda maior, visto que algumas das pessoas não tinham família e seus desaparecimentos podem ter passado despercebidos.

O assassino foi descoberto porque uma das vítimas conseguiu escapar da fazenda de porcos ferida a facadas. A princípio, a polícia não acreditou nela, porém um testemunho de um funcionário da fazenda levou a uma investigação que concluiu as atrocidades de Pickton, que está condenado a prisão perpétua.

2 – Deuses e demônios

Em 1962, os irmãos Hernandez apareceram na aldeia mexicana de Yerba Buena e alegaram que eles eram sacerdotes incas. Eles diziam que tinham uma riqueza de ouro que os deuses incas gostariam de compartilhar com a aldeia, mas a única forma de conseguir isso era levando a eles ofertas regulares de dinheiro e “limpando seus corpos de demônios”.

E como deveria ser essa suposta “limpeza”? Os irmãos diziam que para isso as pessoas tinham que ter relações sexuais com eles.

Alguns moradores da aldeia não ficaram totalmente convencidos (visto que os incas viveram no Peru e não no México), mas resolveram se arriscar. Afinal, muito ouro estava em jogo. Porém, depois de um tempo, as pessoas cansaram de ceder às ordens sexuais dos irmãos Hernandez, pois não havia nenhum sinal de que a riqueza prometida pelos deuses iria chegar.

Então, os irmãos recrutaram uma prostituta chamada Magdalena para se passar por uma deusa inca e enganar mais um pouco os pobres aldeões. Eles revelaram Magdalena em uma nuvem de fumaça durante um de seus rituais nas cavernas. Ela exigiu que todos participassem de uma orgia e bebessem sangue de galinha em taças decoradas com folhas de maconha.
Porém, alguns aldeões já estavam ressabiados e questionaram onde estava o ouro prometido. A mulher respondeu com uma ordem para os que acreditavam nela apedrejarem duas pessoas que estavam duvidando de sua história até a morte.

O sangue das vítimas apedrejadas foi recolhido em taças e consumido. E, assim, Solis e os irmãos Hernandez tinham descoberto uma maneira de perpetuar sua farsa, matando um aldeão ou dois de vez em quando como um sacrifício, enquanto os outros ficariam com muito medo de expressar quaisquer dúvidas. A situação foi se tornando cada vez pior com pitadas de magia negra e crueldade, corações sendo retirados e corpos sendo decepados.

Tudo poderia ter continuado assim se não fosse um curioso adolescente que estava perto da caverna onde aconteciam os sacrifícios e presenciou algumas cenas macabras e sangrentas do local. Sem ser visto, ele correu para o departamento de polícia mais próximo e denunciou a situação. Os irmãos Hernandez foram mortos em um tiroteio após a polícia cercar a área, e Solis e seus seguidores ficaram na prisão estadual por cerca de 30 anos.

João Filho

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